Dúvidas Frequentes - Clínica Conceptus

Quando o casal está tentando engravidar há pelo menos um ano, ou se sabidamente tem algum problema de fertilidade. Por exemplo, a mulher sabe que tem endometriose. No caso de mulheres com mais de 35 anos, esse tempo reduz para 6 meses.

Sim. O ideal é que a paciente faça atividades físicas regulares, mantenha um índice de massa corpórea adequado e uma dieta equilibrada. Pacientes com alterações de peso, tanto obesidade, como desnutrição, podem ter alteração na fertilidade.
Outro ponto de atenção são as vitaminas, que devem ser ingeridas de forma adequada, seguindo orientações médicas ou do nutricionista.

Não. Mulheres que usam anticoncepcional, a maioria deles, no ciclo seguinte a fertilidade já retorna normalmente, assim como também acontece com os dispositivos intrauterinos. Alguns anticoncepcionais injetáveis podem retardar o retorno da fertilidade.

Pode afetar, principalmente em pacientes que tiveram complicações após aborto. Também pode aumentar o risco de um novo aborto. Nesses casos o indicado é procurar um especialista para uma avaliação prévia à gestação.

Depende, porque teoricamente já foi provada a fertilidade da mulher, mas isso não impede que se desenvolva um quadro de infertilidade, como por exemplo com a idade avançada.

Sim. Independente da quantidade de gestações, a idade é um fator determinante para a fertilidade.

O primeiro aspecto a se avaliar é se os ciclos menstruais estão regulares. Nessas pacientes o período ovulatório ocorre geralmente 14 dias antes da próxima menstruação.

Sim, é possível reverter a laqueadura ou através de fertilização in vitro.

Sim, ou revertendo a vasectomia, ou fazendo uma punsão no epidídimo e então realizando uma fertilização in vitro.

Existe criopreservação para os gametas, óvulos, espermatozoides e também para os embriões.

Pacientes com diagnóstico de câncer podem recorrer a esse serviço como forma de preservação da fertilidade tanto para óvulos, quanto para espermatozoides.

No caso de mulheres que não desejam gestar no momento, mas que já estão com idade fértil, essa também é uma forma de preservar a fertilidade.

No caso dos embriões, se congela o excedente do procedimento in vitro para a transferência em um segundo momento. Tanto no caso de insucesso da fertilização para uma segunda tentativa, quanto para aqueles casos de sucesso, os casais já têm embriões preservados para futuros filhos.

Estar com o calendário de vacinação em dia, manter uma dieta saudável, atividade física regular, não fumar, beber, ou utilizar drogas, além de tentar se manter longe de estresse.

É preciso investir em uma alimentação saudável. As vitaminas do complexo ômega, “E” e “D” são essenciais para a fertilidade.

É preciso manter uma vida sexual ativa, com uma frequência de 2 a 3 vezes por semana.

 Sim, para a maioria das mulheres não há restrições. Para algumas, existem períodos de aumento da libido.

Isadora Lima

Enfermeira

COREN 459.869

Graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual do Ceará -UECE
Pós graduanda em Auditoria em Serviço de Saúde Pública e Privada

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Dra. Ivana Pontes Dias

CREMEC – 11792

Graduação em medicina pela Universidade de Marília (UNIMAR)
Residência Médica em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital Geral Dr. Cesar Cals de Oliveira (HGCC)
Membro do corpo clínico do setor de ultrassonografia da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC)

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Paula Bruno Monteiro

Embriologista

CRBM 4331

Graduação em Biomedicina pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE
Mestre em Saúde Pública – UFC
Professora universitária na UniChristus

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Danielle Oliveira De Araújo Souza

Embriologista

CRBio 46.757/5-D

Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Mestrado em Ciências Veterinárias pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Especialização em Reprodução Humana pela RED latinoamericana de Repodução Assistida.

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Dra. Luciana Azôr Dib

CREMEC – 12.980

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Residência Médica em Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP)
Mestrado em Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP)
Doutorado em Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP)
Professora de Ginecologia do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (UNIFOR)

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Dr. Marcelo Gondim Rocha

CREMEC – 9360

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade de São Paulo (USP)
Residência Médica em Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP)
Mestrado em Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP)
Doutorado em Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP)
Professor de Ginecologia do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (UNIFOR)

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Dr. Marcelo Borges Cavalcante

CREMEC – 6876

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Unicamp (Campinas-SP)
Fellowship em Imunologia da Reprodução pela Chicago Medical School
Mestrado em Tocoginecologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Doutorado em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor de Ginecologia do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (UNIFOR)

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Dra. Marjorie Mota

CREMEC – 4667

Graduação em medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Maternidade Escola Assis Chateaubriand
Título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Associação Médica Brasileira
Título de especialista em Endoscopia Ginecológica pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
Ex-Presidente da Cooperativa Cearense de Ginecologia e Obstetrícia
Ex-Presidente da Associação Medica Cearense.

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Dr. Oswaldo José Queiroz Dias

CREMEC – 2846

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Residência médica na Maternidade Escola Assis Chateaubriand
Título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Maternidade Escola Assis Chateaubriand
Habilitação em laparoscopia pelo Centro de Pesquisa Integrada da Mulher e da Criança CEPIMIC (Rio de Janeiro-RJ)
Chefe da Emergência da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (UFC).

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Dr. Marcelo De Pontes Rocha

CREMEC – 1266

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Mestrado em Tocoginecologia pela Universidade de São Paulo (USP)
Chefe do setor de Ginecologia da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (UFC)
Professor Adjunto IV da Faculdade de medicina da (UFC)

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